31 dezembro, 2005
Cálculo:
2. Multiplicar a diferença por 100 e depois dividir pelo menor preço: 0,58 x 100 = 58.
58/1,50 = 38,66 %
Simples? Pois é, mas muita gente atrapalha-se na hora de fazer este cálculo. Fica o registo para todos podermos calcular as % de aumentos que iremos ter em 2006.. e não são tão poucas quanto isso.
Já está disponível no site das Finanças, AQUI o Diário da República Nº 250 de 30 de Dezembro de 2005, com o OE 2006 integral. São "apenas" 360 páginas e 3,8 Mb de PDF. Boa leitura...
30 dezembro, 2005
O nosso único objectivo é o de CRIAR VALOR a todos os nossos clientes [parceiros] e colaboradores. Esse valor será criado através de 3 pilares fundamentais que balizarão a nossa actuação no novo ano que se avizinha - CREDIBILIDADE, CONFIANÇA E RELACIONAMENTO.
Como também já tinhamos referido, o ano de 2005 foi "alucinante" para ambos os consultores da Fiducial [António Durão e Silvia Tavares], uma vez que investimos mais de 600 horas [ambos] em formação de alta qualidade, em entidades qualificadas e credenciadas para o efeito. Elegemos como prioridade a Fiscalidade em toda a sua transversalidade e a Qualidade [Gestão de Projectos de Qualidade e Auditorias].
Na próxima 2ª feira irá entrar para o nosso "board" técnico um Licenciado em Auditoria e Contabilidade, com imensa experiência, que será decerto uma mais valia para os nossos clientes. Continuamos a apostar seriamente na qualidade dos nossos RH e nas qualificações como forma única de aumentar a nossa competitividade no mercado em que nos situamos.
Até Março de 2006 [só falta marcar o dia] iremos ter o Dia da Fiducial, um Sábado inteiro com Workshops temáticos [com oradores convidados] e apresentações sobre as actividades das empresas nossas parceiras de negócio. Será um dia em que o relacionamento e os negócios serão previlegiados, numa altura em que a Figueira da Foz necessita urgentemente de empreendedores, de serviços e de criar valor como um todo. Esperamos pois conseguir criar massa crítica para que tudo corra como esperamos que corra.
Finalmente, e para não dar "muita seca", vimos por este meio DESEJAR A TODOS E FAMÍLIAS UM EXCELENTE 2006, COM MUITA SAÚDE! TUDO O RESTO VEM POR ACRÉSCIMO.. A SAÚDE É O NOSSO BEM MAIS ESSENCIAL... TUDO, MAS MESMO TUDO DE BOM!
28 dezembro, 2005
Ofício-Circulado nº 30085/2005, da DGCI – Direcção de Serviços do IVA
ASSUNTO: IVA-ARTº 39º Nº 1, ALÍNEA d)
RESTAURANTES, BARES E ESTABELECIMENTOS SIMILARES
ALARGAMENTO DA OBRIGATORIEDADE DE EMISSÃO DE FACTURAS
Para conhecimento dos Serviços e de outros interessados, comunica-se que, com efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2006, por despacho do Senhor Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, de 22 de Dezembro de 2005 (Despacho nº 1702/2005-XVII)
1. Fica revogado o despacho de 16.02.1986 do Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais que previa uma aplicação alargada de dispensa de facturação nos casos de serviços prestados por restaurantes, bares e outros estabelecimentos similares.1)
2. A estes operadores passa a ser sempre exigível a emissão de facturas com observância do disposto no artigo 35º do Código do IVA, com excepção das transacções abrangidas pela regra prevista no nº 1 do artigo 39º do mesmo Código, ou seja, nas prestações de serviços a clientes particulares, pagas em dinheiro e de valor inferior a € 9,98.
Passem a palavra. Obrigado! "Eles" vão andar aí...
27 dezembro, 2005
Como é normal nesta época do ano, vimos mais uma vez relembrar que durante o mês de Janeiro devem rever as datas de validade das vossas Certidões de Não dívida da DGCI [6 meses de validade], da Segurança Social [agora o modelo que se envia permite o envio automático, da parte dos serviços, das declarações de não-dívida] e da Conservatória do Registo Comercial.
Isto porque qualquer entidade poderá pedir-vos as mesmas e, estando desactualizadas, é tempo que se perde. A única que pode ser pedida por Fax é a da Segurança Social e sem custos. A do CRC tem um custo aproximado de 17,25€ e a da DGCI cerca de 12€.
Por norma as entidades que pedem são: IEFP [para quem tem projectos a decorrer - ILE, CPE] ou a Banca para renovação de Contas Correntes Caucionadas. Por norma a Fiducial pede sempre nesta época aos seus clientes por forma a aferir se os saldos da contabilidade é igual ao saldo da conta da Segurança Social.
Como sempre: BONS NEGÓCIOS!!!!... E um OPTIMO 2006!!!!
Euclides, um matemático grego, descreve na sua obra "Os Elementos" – Séc. IV a.C. o método "Analysis and Synthesis", que é a base para a metodologia do "Decision Mapping Planning".
Pappus de Alexandria, outro matemático do Séc VI d.C. cria o termo Heuristic, que vem do grego Eureka (descobri) para definir a arte e ciência da descoberta através da análise e síntese.
Desejamos que todos os vossos objectivos sejam realizados em 2006, mas não se esqueçam; dêem uma "mãozinha" à sorte e preparem um bom planeamento. Já disse Thomas Edison: "Genius = 01% inspiration and 99% perspiration"
26 dezembro, 2005
25 dezembro, 2005
23 dezembro, 2005
- "A palavra impossível é uma expressão infeliz; pouco se pode esperar de quem a usa com frequência"
- "A paciência é a tolerancia concentrada" - Thomas Carlyle
- "Não deixes de perdoar os teus inimigos. Nada mais os aborrecerá mais"
- "Experiência é o nome que as pessoas dão aos seus próprios erros"
- "Hoje em dia conhecemos o preço de tudo e o valor de nada" - Oscar Wilde
22 dezembro, 2005
A Direcção-Geral de Contribuições e Impostos está a trabalhar num modelo operacional que permita "confiscar" os bens dos contribuintes de maior risco, antes de ser instaurada a execução fiscal, noticia hoje o "Diário Económico".
De acordo com o jornal, o objectivo é evitar que os devedores com dívidas de montante significativo se desfaçam dos bens antes da penhora, fugindo ao pagamento dos impostos.Este é um dos projectos que as Finanças estão a pôr em marcha para evitar a prescrição de processos, que este ano deverá atingir um valor recorde, escreve também o DE. O projecto, chamado "sistema de gestão e promoção de acções cautelares", é um modelo de reacção preventiva que vai funcionar mediante o cruzamento de informações entre as diversas bases de dados da Direcção-Geral de Contribuições e Impostos (DGCI).O fiscalista Rogério Fernandes Ferreira disse ao DE que a "possibilidade de as Finanças avançarem com uma providência cautelar para garantirem que o devedor não se desfaz dos bens para fugir ao pagamento da dívida está consagrado no Código do Procedimento e Processo Tributário (CPPT) e na Lei Geral Tributária".
21 dezembro, 2005
Princípio 1 - Enfoque no Cliente
Princípio 2 - Liderança
Pincípio 3 - Envolvimento das pessoas
Princípio 4 - Abordagem por processos
Princípio 5 - Abordagem ao sistema de gestão
Princípio 6 - Melhoria Contínua
Princípio 7 - Abordagem por factos
Princípio 8 - Relações mutuamente benéficas com os fornecedores
É assim tão complicado?
· para o filho mais velho a metade dos seus camelos;
· para o do meio, um terço;
· e, uma nona parte para o filho mais novo.
Os três filhos começaram a negociar, mas não conseguiam chegar a nenhum acordo. Como dividir os 17 camelos conforme as regras que impunham a herança, sem cortar nenhum animal ao meio? E para que servia um camelo morto e despedaçado?
A discussão começou a ficar séria e a relação tornou-se difícil. Desesperados, os irmãos recorreram à ajuda de uma sábia anciã. Após pensar durante um tempo, a anciã fez uma proposta. A anciã não chegou directamente à solução, mas como se podia concentrar no problema, afastando-se das posições de cada um, conseguiu compreendê-lo e oferecer um recurso para que os irmãos pensassem juntos. A anciã ofereceu um camelo de sua propriedade e incentivou-os a acharem uma solução.
1. o filho mais velho levou a metade: 9 camelos;
2. o filho do meio, um terço: 6 camelos;
3. e o filho mais novo, a nona parte: 2 camelos.
Então, sobrou um camelo, e eles devolveram-no à anciã. Qual o raciocínio implícito?
20 dezembro, 2005
19 dezembro, 2005
18 dezembro, 2005
Numa organização o estabelecimento de uma relação entre a entidade patronal e o funcionário é fundamental, a qual inclui direitos, obrigações e responsabilidades mútuas e ao mesmo tempo objectivos e metas comuns. O crescimento sustentado da empresa depende do desenvolvimento do espirito de equipa, motivação, cultura dinamização da empresa. Esta parceria para resultar na sua plenitude carece de ser alimentada de uma forma contínua tanto por parte do empregador como do funcionário, não esquecendo o relacionamento com os colaboradores externos. A criação e o fomento do espirito de equipa, a motivação de todos os colaboradores que fazem parte da organização e a capacidade de os colocar a comunicar e a trabalhar em conjunto (dinâmica de grupo), são três desafios importantes que se colocam a qualquer empresário. Importa perceber então, a importância de cada um destes elementos e as técnicas possíveis de serem usadas para os potênciar.
O espirito de equipa - É fundamental promover de forma contínua uma relação positiva entre a entidade patronal e o empregado que não se esgote apenas no cumprimento das obrigações contratuais (pagamentos, fornecimentos, formação, etc). Este relacionamento e comportamento positivo é alicerçado num conjunto de atitudes positivas (integridade, lealdade, frontalidade, confiança e colaboração) e que se consubstanciam numa cultura própria, onde o sentimento de união, parceria e espirito de equipa são o elemento fundamental. Nesta perspectiva, a entidade patronal não pode ser vista como simples “patrão” nem o funcionário como empregado/criado. É fundamental não encarar a relação contratual com o funcionário do tipo “patrão - empregado”, mas sim de relação tipo “parceria”, pois o sucesso de ambos depende da forma como contribuem para o desenvolvimento do negócio. Da capacidade de saber trabalhar em equipa dependende em grande parte o sucesso de um negócio.
Motivação - O elemento motivacional é igualmente preponderante para o sucesso do negócio e cabe à entidade patronal uma grande quota parte de responsabilidade no fomento da motivação e confiança dos seus funcionários. Algumas técnicas e formas que devem ser usadas pela entidade patronal:
1 - Partilhar a sua estratégia, plano e objectivos (Missão/Visão) com todos os seus funcionários, não só apenas numa fase de arranque, mas de uma forma continua. Assim, os seus parceiros irão sentir-se envolvidos no sistema, perceber o papel importante que desempenham e como é importante o seu contributo e apoio para o atingir dos objectivos.
2 - Agendar reuniões periódicas de acompanhamento do trabalho realizado pelos seus colaboradores. A entidade patronal deve inteirar-se da actividade do seu funcionário. Em conjunto devem avaliar os objectivos traçados inicialmente no plano de negócios. É importante analisar os resultados a nível de marketing, a nível financeiro (orçamento e rentabilidade), procedimentos específicos e qualidade do produto/serviço prestado. Mais do que controlar a actividade do funcionário estas reuniões devem ter um objectivo motivacional. A entidade patronal deve felicitar o funcionário pelo bom desempenho, pelos objectivos alcançados, mas também ouvir os problemas, partilhá-los e definir em conjunto rumos e medidas para resolver essas dificuldades. Em simultâneo os desvios ao método devem ser verificados e corrigidos.
3 - Produzir e distribuir uma newsletter interna e circulação de informação interna via e-mail. A newsletter deverá dar relevância às metodologias da empresa, às noticias mais recentes relacionadas com a empresa, mas também comunicar o bom desempenho e as acções de relevo dos colaboradores que são responsáveis directamente pelo desenvolvimento da empresa. Esta newsletter poderá ser também um espaço aberto à opinião e ao contributo de todos os funcionários. O empresário deverá fazer circular toda a informação relevante relacionada com o ramo de actividade do negócio. Todos os colaboradores deverão igualmente comunicar os aspectos relevantes da sua unidade, entre todos na organização. Uma intranet é actualmente a forma mais rápida e eficiente de fazer circular a informação interna.
4 -Atribuição de prémios aos melhores funcionário que se tenham distinguido, quer em termos de resultados e desempenho na sua unidade, quer no contributo que possam ter dado em beneficio do negócio. Um exemplo é o prémio do funcionário do mês. Dinâmica de Grupo - Um elemento vital para o sucesso e bom funcionamento de um negócio é a sua dinâmica enquanto grupo. A força do conceito de negócio, nunca é de mais dizer, reside na sua capacidade de comunicar e partilhar conhecimentos e experiências entre os funcionários ditos chave. Assim é necessário juntar as pessoas, incentiva-las a comunicar, a partilhar conhecimentos e experiências, isto é, trabalhar em conjunto. Uma das formas mais usuais são as reuniões e encontros inter - departamentais. Estes encontros devem ser realizados de uma forma regular. Permitem o contacto entre os diferentes departamentos da empresa de forma a definir determinados pontos de interesse, a nível comercial, marketing, financeiro e produtivo. Em suma, um negócio para além de todo o sistema, metodologia, técnicas, produtos ou serviços, é constituído por pessoas e relacionamentos. Sob o ponto de vista das pessoas é importante a sua motivação individual e colectiva, fazendo parte de uma mesma equipa que pretende ser vencedora. É fundamental sentir a cultura da empresa, “vestir a mesma camisola” e fazer dos objectivos individuais também o objectivo comum da empresa e dos objectivos da empresa os seus próprios objectivos. É este o grande desafio que se coloca actualmente ao gestor de uma empresa !
E atenção, estimados leitores, em particular, aos empresários que leêm esta crónica , o futuro de qualquer organização passa, acima de tudo, pela capital fidelização dos clientes internos. Só depois destes estarem devidamente enraizados é que podemos passar para o exterior. Quantas vezes já foi a uma empresa/estabelecimento, e se deparou com N pessoas diferentes, quando por vezes já tinha criado alguns laços de empatia com o seu precedente? Pois é.... Só nos colocando do lado de lá da barreira invisível é que podemos ver o que por vezes é obvio. Não nos podemos esquecer que durante algumas horas do dia somos empresários, mas noutras somos clientes de outrém. Aqui devemos aplicar o ditado “Não faças aos outros o que não gostarias que te fizessem a ti”.
14 dezembro, 2005
09 dezembro, 2005
08 dezembro, 2005
"Quem vai para o mar artilha-se em terra"
Numa "tertúlia" de ocasião, há 3 dias atrás, tive oportunidade de expôr os meus pontos de vista acerca do empreendorismo, da capacidade de reacção dos empresários face à crise instalada, da capacidade de inovação nos serviços etc... etc... etc... e abordei alguns casos práticos que se passaram comigo nestes anos de consultoria, já com centenas de horas de reuniões de trabalho no "pêlo" - para não dizer milhares. Entre troca de pontos de vista (nestas coisas e ainda bem, não existem verdades absolutas) contei um caso de uma reunião de um cliente já com uma dimensão considerável, em que me documentei de tal forma que deixei alguns dos presentes assustados. Passo a explicar:
Como em tudo na vida, devemo-nos documentar devidamente quando vamos ter com alguém. Se conhecermos o nosso interlocutor, a probabilidade de lhe prestar um bom serviço, pois conhecemos bem as suas reais necessidades, é muito maior. Em determinada altura da reunião afirmei com os pulmões bem afinados que conhecia detalhadamente a empresa ao nível de lhes mostrar em PowerPoint informações supostamente confidenciais - nº de funcionários, salários médios, taxas de produtividade, balanços, Facturação, crescimentos etc.. etc.. etc... Após algum burburinho na sala um administrador da "velha guarda" disse: "O Sr. é perigoso".... Eu respondi: "Não, sou profissional!". Tudo se calou.
Como é obvio expliquei o como aqueles dados foram ali parar e tive que recuar aos fundamentos da estratégia, do "Business Intelligence", do CRM, do Modelo de Porter... bla bla bla bla e consegui provar por A+B onde e como tive acesso àqueles dados. É que os Srs não faziam a mínima ideia que se podia comprar bases de dados de informações financeiras e outra à Dun&Bradsteet (onde estão cerca de 80% desses dados), que as informações das conservatórias do Registo Comercial são públicas e qualquer pessoa pode consultar informações sobre qualquer entidade sujeita a tal, e que existem empresas de clipping, como a memorandum, que vendem informações sobre tudo o que sai na comunicação social acerca de determinada entidade....
No final rematei com um ditado à moda de Buarcos, onde vivo, que serve de título a esta pequna crónica. É que hoje em dia as verdadeiras vantagens competitivas, tal e qual Michael Porter as envagelizou, conseguem-se mais pela via da inovação e da diferenciação do que pela redução dos custos unitários, em si. Como tal, como vendia serviços, a minha função naquela reunião era construir um "framework" onde a minha empresa poderia ajudar a obter resultados e como tal comprometermo-nos a 100% com os reais problemas que a empresa estava a passar. Para isso tivemos que conhecer a empresa e o seu histórico nos últimos 5 anos... Só assim fazia sentido a nossa presença ali. E para isso "perdemos" muitas horas a recolher informação (que custa dinheiro), a compilá-la e a estudá-la... São os denominados "custos de aquisição de cliente", aliás investimento, corrijo! É aqui que os nossos empresários pecam. Primeiro quando se trata de gastar dinheiro é um problema. Antes querem ganhar... Nada mais errado. Muito se tem que investir para conseguir hoje em dia ter uma base estável de bons clientes. Só temos que cumprir com a nossa missão e obter resultados.
A isso meus amigos chama-se "Business Intelligence" numa abrangência mais lata. A isso chama-se fazer o trabalho de casa e ser profisional! Ganhámos o contrato!!!
Em suma: Em qualquer trabalho, na nossa vida, nos nossos relacionamentos, sob pena de falhar total ou parcialmente os nossos objectivos, há que conhecer o terreno onde vamos "guerrear". Tal como Sun Tzu e Sun Bin nos deixaram como legado nas "Arte da Guerra", a morfologia do terreno, as tropas, os recursos... são OURO nos negócios!!! Fica o registo de um "parvo".
AD
06 dezembro, 2005

O que o mercado nos diz.
05 dezembro, 2005
04 dezembro, 2005
03 dezembro, 2005
01 dezembro, 2005

Se fosse vivo o meu pai fazia hoje 62 anos!.... A vida é assim mesmo.
Eis que começa "oficialmente" o mês do Natal. Hoje é dia de fazer a árvore em casa. A música de Natal já ecoa pela casa e as miudas já andam aos "saltos" de contentamento a pedir tudo o que aparece no Canal Panda.. É fixe ser criança, mas para nós, que já somos adultos também é interessante lembrar um pouco o passado. Raio de nostalgia. Lembra-nos que o tempo passa!
No escritório já está à 15 dias para tentar criar um ambiente mais "aconchegado" entre colaboradores, parceiros e clientes... E resulta.
Bom Feriado e... Bom início de Festas...
AD
Para quem tenha a "pachorra", que é mesmo assim, aqui vão os melhores livros que li em 2005 sobre "management"
1 - Estratégia: "Blue Ocean Strategy: How to Create Uncontested Market Space and Make the Competition Irrelevant de W. Chan Kim and Renee Mauborgne"
2 - Management: "Conspiracy of Fools: A True Story" de Kurt Eichenwald
3 - Liderança: "A Life in Leadership: From D-Day to Ground Zero: An Autobiography" de John C. Whitehead (muito, muito bom)
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